sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Vida sobre Tela (Ale - 24/02/2006)


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Alma rabiscada de tinta
Sonhos apagados ainda no esboço
Minhas cores estão turvas
Como nuvens carregadas

Céu estrelado de lágrimas
Embora arte, plena e suave
Jorra tempestades
Atirando raios no chão úmido

Preparei tudo
Esbocei cada detalhe
Desnecessário, eu sei
Mas assim o fiz

Juntei cada frasco
Cor a cor
Pincéis gastos pelo uso constante
Tantos quadros já pintados!

Expus meu coração vermelho
O negror de meus olhos
À sombra e à luz da minha alma
Refletida em cada vida entrelaçada

Meus quadros inacabados
Com tintas espalhadas pelo corredor
Pinceladas de muitas mãos
Entre laços e segredos coloridos

Minha arte é viva
Minha vida em tela
Pintada pelo próprio tempo
Através dos sonhos estampados

Mãos que formam o belo
No tom intenso de cada cor
As cores são vivas em meu espaço
Tonalidade clara de um amor

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Eu? (Ale -16/02/2006)


Eu?
Serei um conjunto de informações adquiridas durante todos estes anos?
Serei um pensamento de ser o que acho que sou ou serei apenas um sonho do tempo solto no espaço da vida?
Serei eu, meus amigos, uma alma que existe tal qual uma poeira soprada no vento?
Uma força no nada ou um simples reflexo de luz distorcida?
Serei, por acaso, continuidade de alguém que meu pai continua? A tal da genética?
Músculos, por cima de ossos, revestidos de pele com impulsos nervosos e corrente sanguínea?
Serei realmente real ou apenas plebeu fingindo nobreza na corte da existência celeste?
Será que serei apenas uma imagem simbólica ou uma ilusão permitida a mim mesmo de que sou alguém ou alguma coisa?
Uma coisa? Serei essa coisa que não sei o quê?
Agora, o que sou?
Uma gota de água escorrendo em um rio?
Uma onda constante no oceano do tempo?
Serei eu por acaso um mero acaso previsto, antes mesmo que o fosse?
Ou serei a certeza que eu sou o que sinto?
Uma dúvida? Serei eu neste caso, apenas uma pergunta?
Um talvez?
Um mar de emoções transbordando!
Mas mar não transborda, a não ser na ressaca. Serei a ressaca então?
Talvez realmente, eu seja o que sinto!
Mas o que na verdade eu sinto?
Sinto?
Sonho...Será?
Não sei ao certo quem sou!
Um simples querer que um dia eu seja!
Talvez no espaço uma estrela, distante da dor de não sê-la.
Um ser revestido de luz
ou mesmo quem sabe, a própria luz

Transbordando de Amor!

quinta-feira, janeiro 19, 2006

Sonho Eterno (Ale - 19/01/2006)


O amor estampa o silêncio e se lança ao espaço através dos meus olhos cansados. O brilho reflete uma luz revestida de lágrimas.
Meu sonho talvez seja pobre na simplicidade do tempo, mas rico em sinceridade e força, repleto de mim, do que hoje eu sou com o que aprendi nessa vida corrida e ligeira, de dores e cores. Repleto daquilo que pude aprender convivendo comigo e com tudo. Meu sonho é só meu, porém rabiscado de tinta de todas as luzes que enxergo no céu da minha alma e fora de mim. Meu sonho é singelo, mas torna-se enérgico quando necessário. Riacho comprido; Curinga escondido de todo baralho.

Nas noites que sinto o meu corpo cansado, meu sonho parou de existir, mas não de verdade, apenas em mim! Existe no tempo e no vento que sopra pra todo lugar do planeta, mas ainda é só meu. Agora não só rabiscado, mas todo borrado de tinta das luzes e raios, dos grandes temporais que a vida produz. Meu sonho tranqüilo, repousa calado num brilho de luz.

Eu quero acordar dentro dele um dia. Quem sabe? Talvez seja agora ou talvez nunca mais...mas sei que acordo e sei mais ainda, meu sonho estará comigo, porque hoje eu sei que tudo que tenho que posso falar que é só meu é meu sonho,

Eterna essência; Eterno amigo!

segunda-feira, dezembro 26, 2005

Para sempre...(Ale - 26/12/2005)


Antes que a dor me destrua os sentidos e que ausência me faça perder a vontade de andar para frente, eu me derramo aqui, em uma folha limpa.
Antes que eu me vá pra sempre, ou mesmo que eu nem saiba quando, eu me entrego inteiro ao amor que sinto.
Antes mesmo de cair à tarde distante e o pôr-do-sol me faça adormecer em mim, eu venho aqui, pra dentro do meu peito em dores, arrancar de dentro amores tão imensos que nem eu mesmo sei o quanto tenho, o quanto cabe dentro de um ser pequeno diante da força que me faz chorar, que me faz sentir, que me faz aqui me derramar em lágrimas pela saudade.

Antes que o sol queime e que a estrada encubra com o calor;
Antes que a vida passe e meus sentidos também, eu me derramo agora, por inteiro;
Antes mesmo que a noite venha e a cidade grande com suas luzes e fumaças estonteantes me corroam a sensibilidade, eu venho aqui, e me derramo, dentro de ti, amor que tenho. Antes que a lua esfrie o que alma guarda, eu me derramo agora, sem nenhuma calma, em cima da folha limpa que escolhi e lhes falarei, meus grandes e verdadeiros amigos, meus amores...

para sempre vos amarei!

quinta-feira, dezembro 08, 2005

Vôo Livre (Ale - 08/12/2005)


Quem sabe, agora eu queira voar
entre sonhos impossíveis!
Dormir sem nada pra fazer de dia
Talvez domingo
eterno sol bonito
Em excitante monotonia

O céu me chama pra senti-lo inteiro
Com seu azul correndo em minha face
O vento frio penteia o cabelo
Da minha alma arranca o disfarce

Quero poder sonhar assim pra sempre
Correr, voar, pular entre montanhas
Fugir de tudo que não é presente
Viver aqui, comigo e minhas manhas

Pássaro claro vôo em céu aberto
Manhã dourada até o sol poente
Amor tranqüilo, quero estar tão perto
Do coração que ama eternamente

Sentimento claro
Pensamento livre
Coração tão raro
que ainda não tive

Meu céu de amparo
Onde não estive
Um amor perfeito
Dentro do meu peito

Onde o vento sopra e a alma vive

terça-feira, dezembro 06, 2005

Talvez eu cante (Ale - 06/12/2005)


Talvez agora eu queira me cantar em versos,
rimados ou não
Talvez agora eu queira publicar meu livro
em prosa, poesia
talvez apenas saia em palavras soltas,
páginas poucas, em letras frias
Talvez você nem saiba que aqui dentro mora
um tempo, um universo,
Talvez em canção lenta, numa melodia
Parada, reverso
Talvez em fortes gritos de pavor da alma
Talvez nem tanto,
Talvez enfim
Mas sei que ao mesmo tempo, que talvez eu seja
Nem sei ao certo
Talvez nem queira
Talvez quisesse agora se talvez eu fosse
Mas nem sei quando
segunda-feira
talvez o tempo urge ou talvez sou eu
que não entendo
o que acontece
talvez você nem sonhe com um final feliz
talvez nem tenha
o que merece
talvez , meu Deus eu seja mesmo o que eu penso
ou mesmo sonho
em ser um dia
mas sei que na verdade meu talvez é quando
minha certeza é filosofia
talvez a minha boca seja só um fruto
do que pareço
que fui um dia
talvez essa canção que rabisquei agora
nem mesmo fale o que eu queria
mas sei que meu talvez, talvez um dia fale
da minha certeza

da minha poesia

segunda-feira, dezembro 05, 2005

Tempo de Flores (Ale - 05/12/2005)


Quando olhei para dentro de mim eu vi nuvens. A chuva cairia no chão do meu peito ou em cima da mesa em folha pautada. Caminhei por longas e demoradas horas, aqui dentro. Percorri cada canto escondido por trás dos arbustos; Por dentro dos becos; embaixo do solo; em cima da telha de minha própria casa, mas não encontrei a mim mesmo. Tão bem escondido de tudo, de todos, da chuva.
Choveu de verdade, molhando minha face e eu nem pra saber onde estava, deixei que caísse, não fiz nem abrigo, só mesmo esperei que a chuva acabasse.
Meu céu estrondava em raios por todo lugar que eu andasse, pra onde eu olhava não via uma gota de azul e o cinza imperava.
Olhei novamente pro céu. Meu corpo tremia com o frio.
No peito um profundo vazio cortava e não tendo outra coisa a fazer me sentei,
não tendo também outra coisa a fazer me deitei;
Não tendo mais nada a fazer, olhei outra vez pro meu céu e chorei.
Foi quando me vi novamente...Foi quando me achei!
Naquele momento eu estava sozinho, então me entreguei!
Dos céus recebi o carinho e a chuva dourou suas gotas
Abri os meus olhos pra ver. O sol despontou lá em cima, naquele cantinho.
O ar perfumou de repente e o vento tocou em meu rosto cansado
A gotas douradas da chuva já não eram água,
Agora eram gotas de pétalas,
Caíam do céu tão completas
Nos raios do sol que brilhava
As pétalas no chão do meu peito caíam em cima da mesa,
Nas folhas pautadas viravam palavras
O meu coração se encheu de alegria
Então, meus amores, em tão belo dia,
No céu da minha alma, uma chuva de flores

Nas folhas pautadas, virava poesia!

sexta-feira, novembro 25, 2005

Meu Silêncio (Ale - 25/11/2005)


Eu que já passei por tantos caminhos difíceis; Que já me encontrei tão sozinho, apenas comigo e com minha esperança contida no peito! Eu que já me entreguei por inteiro por muitos instantes de paz e depois eu chorei sem meu chão consistente; Eu que já passeei pelo céu da minha alma sofrida e lá encontrei um amor tão profundo quanto à água do poço. O poço da vida!

Ah, como é sábio esse tempo que corre parado em mim mesmo, diante da força guardada aqui dentro. Eu, meus amigos, amores, irmãos dessa estrada que passa parada por mim e por tudo, mas que segue seu curso, tal curso de um rio, um rio de amor e de vida! Eu que voltei tantas vezes pra fora ou pra dentro de um calmo silêncio do lar consagrado, na luz que habita os sonhos que tive e os que ainda tenho.

Eu, meus caros soldados que lutam calados, feridos, também me feri e calei, também não chorei, quando era preciso. Agora, meus belos amores, meus grandes amigos! Entrego minhas dores ao tempo e ao vento que voa perdido no céu aqui dentro!

Ah, minha paz que preciso. Invade minha alma e minha vida. Porque eu, que tanto chorei me perdi, daquilo que sei desisti, me entreguei! É certo, vivi e lutei, com todas as forças que eu tive...

... mas não me achei!

segunda-feira, novembro 21, 2005

O Labirinto (21/11/05)


Dentro de mim me perdi novamente. Agora tão claramente me vejo no obscuro de meu ser incompleto. Distante de muitas coisas que por dezenas de anos pareciam tão minhas. Por quê nos perdemos de nós? Por quê tudo que aprendemos e passamos e que nos trouxe a experiência e a clareza de repente nos é tirado como se nada nos pertencesse? Acho até que realmente nada nos pertence. Nem eu mesmo pertenço a mim, talvez! Sentimento de posse esse meu. Imaginar por algum instante que eu tenho o direito sobre mim. Que audácia!

Sei que tudo é porque quero, mas também sei, se é que realmente posso dizer que sei algo na vida, que não estou sabendo não querer. Não quero querer sofrer de angústias, ansiedades ou decepções, mas pelo visto quero, posto que sofro!
Incógnita?
Discrepância?
O quê? Nem sei, pois se soubesse não estaria perguntando agora!
Dor sem motivo aparente. Desolação sem ser vítima de nada, nem mesmo de mim, porque isso sim, eu sei que não sou! Culpado, talvez!
Talvez? Ouso duvidar que só sou o que quero?
Eis que eu sou, apenas!
Não importam as dores e nem o que passo, porque na verdade tudo é conseqüência do meu próprio passo.
Estou aqui porque quero...queria tanto não querer! Queria?
Não o quero? Quero sim!
Será?
Talvez eu não queira encontrar a saída do meu próprio labirinto!
Esqueci de pegar o novelo na entrada. Só peguei a espada e embora eu me encontre com o monstro e o elimine, de que me adianta?
Não sei mais voltar!
Ficarei por aqui até que me encontre.

domingo, novembro 13, 2005

A Fonte de Vinícius (Ale - 04/11/2005))


Vinícius é mesmo inteligente
tocando a essência feminina
tão lindos poemas recitou
falou tantas coisas do amor
sem nem conhecer minha flor-menina

Pessoa falava certa vez
que era o poeta um fingidor
Então "seu Vinícius" eu já sei
que belos poemas você fez
fingindo conhecer o meu amor

quinta-feira, outubro 27, 2005

Eu quero meu pai...(Ale - 27/10/2005)


A poesia não brota de alguém distante de tudo, até mesmo de si. Versos simplesmente não palpitam no peito de um ser cansado! De existir? Não sei! Existência é como água, hora em um esgoto sujo e escuro de uma grande cidade; Hora na mais bela cachoeira, colorida pelo reflexo das florestas iluminadas pelo sol.

Desabafos e dores; Desesperos entre crises que me sufocam para dentro de mim mesmo. Adulto? Estranha e incômoda ilusão porque para mim, na verdade tudo não passa de um jogo da nossa mente para que, convencidos de que o somos, consigamos suportar os açoites da vida. Somos crianças obrigadas a enfrentar dores sem chorar; Chorando, que o seja, mas sem poder ridicularizar nossa “imagem” de fortaleza humana, pronunciando a velha e conhecida frase: “Eu quero o meu pai...!”, ou mãe, como preferir a nossa afinidade. Parece até uma brincadeira o que estou falando, mas como diz um amigo meu: “Na hora a brincadeira não aparece”. Talvez nem haja solução para isso, acredito até que existam formas de amenizar tantos problemas e até serei audacioso de citar algumas:

a) Conforme-se que é “adulto” e dê seu jeito;
b) Desenvolva a capacidade de colocar pra fora através da arte, seja ela escrita ou não;
c) Ridicularize-se esperneando, chorando e gritando: “Eu quero minha mãe”. ou pai, como preferir sua afinidade; d) Opções b e c simultaneamente; (A que eu estou utilizando agora).

Quando comecei a escrever tinha a intenção de fazer desse texto uma bela ferramenta de reflexão, mas pelo visto não obtive o resultado desejado...Acho que ridicularizei demais e o pior de tudo é que nem tenho como me redimir, porque como diziam os profetas “tudo está escrito!”

(Obs.: Peço de coração, aos leitores deste texto literalmente “apelativo” que imprimam e encaminhem uma cópia ao meu pai...ou mãe, qualquer um pra mim hoje serve, a afinidade que se dane!)

terça-feira, outubro 25, 2005

Caminho (Ale - 24/10/05)


Hoje me encontro aqui, em meio a espaços infinitos e universos imensuráveis! Busca incessante da alma essencial em conhecer as razões irracionais de existir e de sentir. Perdido dentro do todo que me formou humano. Transformado em pedra bruta pelas forças naturais. Formado em decadência pela culpa de surgir, mas criado para ascender. Enquanto aqui, sou preso; Enquanto fora, poeira!

Mundo de trevas que contém a dúvida e a incerteza. Impureza soprada pelas tempestades de fúria e desequilíbrio. Inferno em que reside o sofrimento, a dor e o lamento. Como maltratas os que te habitam! Terra, embora treva, forjas o homem em fino aço; Talhas a pedra em diamante. Grande mãe esculpida; Arquitetura perfeita da força do universo; Obra completa da engenharia celeste! Em ti, grandioso globo, encontra-se todo elemento necessário à alquimia da alma.


Como é árdua a incessante busca da inteligência infinita. Perseguições de forças; Libertação de apegos; Dores e dissabores; Lutas interiores; Crises da Existência. Oh mente humana! Redemoinho acelerado de pensamento, quase todo ele desnecessário.
Luz! Caminho único do “Ser”.
Paz! Energia pura da imensidão celestial. Estado consciente quando o “Ser” é real, quando se realmente “É” apenas.
Todas estas coisas pela harmonia infinita após a lapidação de si. A transformação do homem; A Ascensão ao “Todo”; A unificação completa; A glória infinita da vibração eterna e perfeita!

Um “Ser” de AMOR!

terça-feira, outubro 18, 2005

Encanto das Flores (Ale - 18/10/05)


Uma bela manhã!
Quando o sol despontava
Uma flor acordou
Espreguiçou suas asas
e voou...

Mas pra onde ela foi?
Veja! Ali está ela...
Misturada ao azul
Fez do céu aquarela

Como é linda minha flor
Asas tão coloridas
Preenchendo de cor
O espaço e a vida

Quando chega o vento,
se sacode dançando
lança cores no tempo
todo o ar vem pintando

À noitinha ela sobe
Toda alegre e faceira
No infinito ela dorme
Transformada em estrela

Madrugada ela cai,
lá do céu serenando
Como gotas de amor
Novamente ela vai
Transformando-se em flor

...e acorda voando!

quinta-feira, outubro 06, 2005

quarta-feira, outubro 05, 2005

Adeus (Ale - 05/10/2005)


Vai e voa pra este céu,
aonde meu olhar não te alcança
Esconda-te por trás do teu próprio véu...
Borboleta azul

Meu amor de criança...

segunda-feira, outubro 03, 2005

Sempre (Ale -03/10/05)


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Ontem eu vi a terra do nunca.
Um lugar onde sempre se é criança, onde a vida é singela e pura.
Um lugar onde a beleza reina em todos os cantos que existem!
Naquele lugar eu voei com meus sonhos em busca de tudo que me fazia bem.
Tanta flor e tanto amor que caiam lágrimas de meus olhos sem se quer senti-las de tanto bem.
A terra do nunca é tão real quanto o amor que se tem.
É tão intensa a presença da luz que arranca da alma todas as dúvidas que porventura se tenha e nos trás a certeza.
O coração é feliz e o amor é presente.
Será que um dia mudarei para lá?
Lá, as flores e fadas confundiam meus olhos junto às borboletas. Folhagem de cor
Lá, os sonhos da alma, penetravam a razão e faziam o coração se entregar ao amor
Lá, não havia nenhuma maldade existente. Tudo era Luz
Tudo era paz
Todo o amor sempre estava presente
Tudo se via e a tudo se amava
A criança sorria
A natureza cantava
Só havia criança nessa terra esperança,
Terra encantada
A terra do nunca é pra sempre
É como fonte de vida
É a terra aonde toda e qualquer criatura
Por mais simples que seja,
se compara a uma flor,
com perfume e pureza
perfeição e beleza
Minha terra do nunca e do sempre
Minha terra do amor!

sexta-feira, setembro 30, 2005

Luz Cristalina (Ale - 02/10/2005)


As flores são belas e bem tranqüilas
Nas terras tão quentes ou mesmo tão frias
Em cores singelas, que maravilha!
Alegram a vida e enfeitam os dias

Uma borboleta pousou numa flor
A flor se abriu como o seu coração,
se abriu pro amor que um dia lhe dei,
se abriu para a vida em transformação

Borboleta são flores e flores são cores
As cores são todas em tons de amor
Seu sonhos são belos, eternos amores
A vida e o sonho são frutos da flor

Você minha flor, menina tão doce
Pediu um amor em luz colorida
E Deus que é perfeito e fonte de vida
Luz, Paz e Amor, neste dia te trouxe

Que dia tão lindo e que luz tão bonita
Que belo sorriso, que olhar tão perfeito
Que amor tão suave enfeita uma vida
Que doce infância aflora em seu peito

Você é presente e luz de esperança
No prisma entre o sol e as belas campinas
Abençoa meu Deus essa doce criança

Num dia de luz. Essa luz cristalina!

quarta-feira, setembro 28, 2005

Meu país (Publicado em www.opiniaoeinformacao.com.br)


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Ah, este meu Brasil!
País bem-aventurado entre todos os que existem no mundo.
Terra escolhida por Deus para servir de recanto da beleza. Possuidor de paisagens belíssimas; Natureza exuberante e encantadora de todos os homens.
Meu país é um mundo de contrastes naturais e culturais. Reunião de raças e credos em perfeita harmonia. Exemplo vivo de igualdade entre os povos.
Meu Brasil é terra querida por todos os que habitam este planeta, mas não unicamente por sua beleza estonteante, e sim também pelo calor humano que nele existe.
Conhecido mundialmente como o país do carnaval, do futebol, mas vou mais além, denomino o Brasil como o país do povo feliz e que sabe viver de verdade.
Meu país tem um povo unido em um só pensamento: Vencer!
Trabalhadores leais sem perder o gingado do famoso "jeitinho".
Estamos aqui, vencendo.
Falem todos aqueles que quiserem falar que o nosso povo não trabalha. Venham aqui e confiram de perto a luta do brasileiro e ainda recebam de graça um sorriso estampado nos lábios de cada um, mesmo aqueles que derramam suor ou mesmo lágrimas.
Ah, meu Brasil! Terra de gente feliz, quase sempre sorrindo.
Meu país também é poesia e canção na voz do artista. Fortaleza da Arte!
Brasileiro faz poesia quando ri, quando chora, quando fica ou vai embora. Sim, meus irmãos! Brasileiro é feliz.
Como se tantas características essenciais não bastassem, meu Brasil é um dos países mais espiritualizados que existe, onde a fé prevalece à dúvida e ao desânimo. Meu país acredita em Deus ou até mais que isso: Confia!
Meu país é sem dúvida o mais rico entre muitos, com suas reservas naturais, sua cultura, mas especialmente, considero o seu povo a maior das riquezas.
Meu grande e lindo Brasil, o país da beleza; Um Brasil de Amor!

quarta-feira, setembro 21, 2005

Respostas (Ale - 21/09/05)


Tudo o que me move é o amor!
Sem ele, quem eu sou?
Não sou! Apenas vivo
Acho até mesmo que nem isso...
Existo!

Duvido até da existência
Persisto em viver...Ops! Não vivo
Às vezes esqueço e respiro
Mas sei que a vida é mais que isso...

Será mesmo que sei?
Como saber?
Preciso de vida pra entender
Entendo sem vida a qual não tenho?
Ou será que aprendo sem viver...

Então, amor...

Responda-me agora...por quê?