
Fascinação do poeta
Em letras sujas ou reluzentes
Espalha-se em papéis amarelados
Fantasias grotescas
em mundos obscuros
refletindo a alma
dos que compõem
imensidão é porta
por onde entra o ar
em que respira a fragrância
do que um dia sonhou
Ah! Pobre poeta de dor
Dói. Desacostuma-se à alegria
Momentos de transe
No êxtase em mim
Sopram os ventos
Incompreensíveis ventos da alma
Caem as almas dos penhascos
De suas próprias entranhas
Ah! Pobre alma insana
Já não mais chora por sentir
E sim por ser
Apenas o que acontece
Aqui ou ali
Nem sei mais o quê
Já nem se quer me apetece saber
Entrego-me em cores
as quais colori
dentro do que talvez
eu fosse
já não sou mais
o que um dia senti
e já nem sinto
o sorriso na face
Oh, mundo sofrido!...Perdi
Jogaste-me ao canto da rua
Sem gente
Oh rua demente
O frio estilhaça os ossos da face
Infinito horizonte da arte
Aquele que me faz ser assim
Apenas assim
Em letras sujas ou reluzentes
Espalha-se em papéis amarelados
Fantasias grotescas
em mundos obscuros
refletindo a alma
dos que compõem
imensidão é porta
por onde entra o ar
em que respira a fragrância
do que um dia sonhou
Ah! Pobre poeta de dor
Dói. Desacostuma-se à alegria
Momentos de transe
No êxtase em mim
Sopram os ventos
Incompreensíveis ventos da alma
Caem as almas dos penhascos
De suas próprias entranhas
Ah! Pobre alma insana
Já não mais chora por sentir
E sim por ser
Apenas o que acontece
Aqui ou ali
Nem sei mais o quê
Já nem se quer me apetece saber
Entrego-me em cores
as quais colori
dentro do que talvez
eu fosse
já não sou mais
o que um dia senti
e já nem sinto
o sorriso na face
Oh, mundo sofrido!...Perdi
Jogaste-me ao canto da rua
Sem gente
Oh rua demente
O frio estilhaça os ossos da face
Infinito horizonte da arte
Aquele que me faz ser assim
Apenas assim
Produto da vida sem fim