segunda-feira, agosto 18, 2008

Constante do Paradoxo (Ale – 18/08/2008)


Ora, e então
não sou mais o que pensava?
Talvez não

Mas por que isso aconteceu comigo?
Não ser aquele que eu mesmo acreditava?

Talvez de fato
Nunca tenha sido
Ou acreditado

Se eu bem soubesse
Teria feito um trato
Acreditaria até
que o príncipe fora um sapo

mas não
preferi assim
entrar dentro de mim
e ver

ou não ver
aquilo tudo que
pensei um dia
deixar de ser

serei mesmo?
Ou não sei crer
Crer ou não crer, eis a solução!

5 comentários:

Marihelen disse...

solução? ou não!

~*Raíssa Sant'Anna*~ disse...

Olá!
Saudades eternas do meu amigo poeta.
Interessante poema ;)

Grande abraço

RESSACA ® disse...

Pedindo antecipadas desculpas pela “invasão” e alguma usurpação de espaço, gostaríamos de deixar o convite para uma visita a este Espaço que irá agitar as águas da Passividade Portuguesa...

Voz de Eco disse...

sSe vc quer sossego creia. Se vc quer saber não há sossego, e a procura nunca acaba.

Beijos

Clarissa disse...

Gosto deste poema..
Me identifico! hehe
Bjo!