segunda-feira, setembro 05, 2005

Orvalho da Alma (Ale - 05/09/05)



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Em uma noite de sonho cantei um poema que fiz para a luz.
Chorei sob o som da melodia esquecida na alma.
Nas profundezas de minha pequena criatura triste.
Às vezes me pergunto: Sonhos, o que são?
Outras vezes respondo: Nem mesmo sei para que servem!
Talvez para fazer doer o coração perdido no tempo.
Talvez para fazer chorar o poeta
ou para cantar a poesia pro vento.
São estes os sonhos que correm;
Os sonhos que voam e pousam suave,
no lado de dentro do peito.
As lágrimas caídas,
singelas gotas de orvalho que brotam de mim
Carinho de luz
Mistério da vida
A paz esquecida e sem jeito...Amor sem fim!

8 comentários:

O Micróbio disse...

Curiosamente o fim que colocas a este post é um "sem fim"... :-)

Rosa disse...

Nem tudo tem que ter um propósito... ;) Beijos!

andorinha disse...

Ale,
Zela sempre pela tua alma; deixa que o orvalho a refresque.
Beijinho e bom fds.:)

Ale (mestressan) disse...

Carlos...vc é rápido em raciocínio! Gosto de seus comentários...hehehe! Abraço

Ale (mestressan) disse...

Tens razão, Rosinha! Beijos

Ale (mestressan) disse...

Andorinha...Grato por seu carinho...vc é paz e amizade! Beijos

Luana disse...

Belo texto!
Essas palavras me lembraram alguns sentimentos.

Ale (mestressan) disse...

Grato Luana! Sentimentos são semelhantes a todos os que têm alguma ligação com a arte, creio eu! Beijo