
Minha alma é meio assim
Solta em demasia
Por esta imensidão sem fim
Imensa feito luz que banha o dia
Senão o que há em mim?
Digam enfim, o que seria?
Se não for a cor
Que cor teria?
E se porventura, meu Deus
Não for o amor
Que nasce de uma poesia
O que então
Toda essa imensidão
Que há em mim, seria?
Mera e boba ilusão
me caberia?
Imensurável solidão?
Vulgar filosofia?
Ou um pequeno coração
acostumado a monotonia?
Óh grande mar
De águas bravias
Que sois então?
Vós que por hora és tormenta
Cheia de correntezas
Encrespadas por ventania
Que sem aviso,
avança e adentra
enquanto eu dormia.
Alguém,
no mundo Real ou da fantasia
Poderá me desvendar emfim...
O que todo o meu coração Seria?
Esse mar,
de tempestade e calmaria?
Um comentário:
Amigo!
Há quanto tempo!
Como estás?
Abraços
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