segunda-feira, março 12, 2007

Quando (Ale – 12/03/2007)



Distâncias
Pra onde olho as vejo
Mesmo dentro de mim
Distante do mesmo


Aproximo do que sinto
E agora, o que sinto é o medo
Medo de não chegar
Dores em lampejos

Um coração cansado
Uma alma intensa
Desejo

Sofro por amar
Ou mesmo por não saber
O quê

O quê me faz sonhar
Ganhar e perder
Sofrer, te achar

Incógnitas, dúvidas
Anseios e tristezas

Momentos de sorrisos
Enfim, em mim
Assim ou não
Nem sei ao certo

Coração demasiado e aberto
Estou longe
Ou perto?

4 comentários:

melissacco disse...

Tem vezes na estrada q a gnt se cansa e tem a sensação de que a gente anda, anda e não sai do lugar. Mas olha pro antes e olha pro agora q tu vê o quanto q tu jah andou... Descansa um pouquinho, levanta e continua andando que a estrada eh longa pra todos nós ;)
Bjaum!

Maria Feliz disse...

,pois sim...
perfeitas suas palavras!
ando tbm, cansada... do mesmo, desses medos bestas, que nem sei...
lindo msm Alessandro!

Abraço grande, Aline.

Alessandro disse...

Mel, que bom que vc vem por aqui, vez por outra...bjim

Alessandro disse...

Aline...é isso que as vezes eu sinto e que bom que compreendeu o essencial de tudo! Bjim moça