quarta-feira, setembro 06, 2006

Naturalmente (Ale - 06/09/2006)


Noite...
pálido céu negro

Contraste!

Sim, talvez.
Por hora um frio seco
Por outra...tarde

Um sol aquece o medo
E a luz permanece acesa
Dentro de mim

Abrem-se campos e sonhos
Matam-se flores.

Covardes!

Eis que aqui estou para defendê-las

Pois se não sou mar
Quebro nas praias
E se não as tenho
Hei de nos sonhos,
Um dia, tê-las.

Luz que me abre a vida
Em forma de girassóis
Traga-me aqui
O mais puro céu de azul cristal

Traga-me, apenas
Para dentro de ti

Como tragada a água
em terra seca
como tragada a cor
de uma borboleta azul
pelo olhar da correnteza

que de tanto correr
parece firme
e de tanto amar
joga-se ao mar

em uma forma única
de demonstrar
sua profunda natureza

Um comentário:

Brenda Cortez disse...

bonito.. depois tu me explica melhor ;)