quinta-feira, maio 10, 2007

Pra não morrer de amar (Ale - 10/05/2007)


E assim, aos pouquinhos o mundo me vence
E eu aprendo que lutar não adianta
A não ser pela nobreza de um lutador
Porque os fatos permanecem

Ninguém muda
A vida anda
Atropelando um coração cansado
De amar

Aos pouquinhos vou morrendo
E aprendendo que amar
Nem sempre é bom
Talvez o certo

E os anos vão passando
Como passa a nuvem
Hora clara ou carregada

Meu coração
Céu da minha alma em tempestade

Quantas vezes eu pedi que fosse agora
O pra sempre que sonhei desde criança
Quantas noites eu pedi pra ir embora
Dessa terra que me arranca a esperança

Estou aqui, ainda inteiro
Em fagulhas ou pedaços
Rejuntando o que me resta de mim mesmo

Novamente e aos poucos me refaço

O meu mundo tão distante, ainda vejo
Dos amores de infinita intensidade
E dos épicos corações apaixonados
Mergulhando nos meus sonhos e desejos

Oh, Deus de amor ilimitado!
Olhe agora por um filho que te implora,
me renova a esperança aqui no peito
pra que eu possa conhecer o que é vitória

2 comentários:

Ariadne disse...

Entendo perfeitamente suas palavras...
Beijos..

Ale (mestressan) disse...

Ari...bem sei que você entende! Bjo